18 de maio de 2016

Memórias

Esta é uma memória da aula que descrevo o que se passou na aula e sobre os conteúdos que foram apresentados por colegas de classe, a partir do texto "Avaliação da aprendizagem e ética. / O individual e o coletivo na avaliação da aprendizagem." e "Prática escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude". Confiram logo a baixo minhas anotações sobre a aula e as apresentações dos grupos.

MEMÓRIAS DA AULA



Na aula do dia 14 de Abril de 2016, foi a segunda aula em que foram apresentados os seminários em que os colegas Wendel e Andresa apresentaram o texto "Avaliação da aprendizagem e ética. / O individual e o coletivo na avaliação da aprendizagem."(1º seminário) e Digelvania, Otaciso e Silvana também apresentaram o texto "Prática escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude" (2º seminário) .
No primeiro seminário foi comentado que os professores nas provas, não cobram exatamente o que ensinaram aos seus alunos, sempre complicando as questões em sua formulação e fazendo com que os alunos tendam a errar. Isso se caracteriza como uma falta de ética por parte do professor, tendo em vista que ele complicou de uma forma que não foi explicada anteriormente aos seus alunos.
É necessário que o professor tenha uma maior atenção na formulação das perguntas e refletir se realmente os alunos estarão capacitados para entender e resolver a questão elaborada por ele. Mas o motivo dessa falta de ética, talvez seja pela formação dos professores que muitas vezes são bacharéis e não tem uma noção enraizada da licenciatura, daí o que acabam infligindo nesse contexto de ética.
O aluno até entende sobre o assunto, mas fica travado na hora de responder esses tipos de questões mal elaboradas. Na apresentação, foram citados vários exemplos em que a elaboração das perguntas em determinadas provas, tinham mais de um sentido e assim, mal formuladas e que os alunos sempre interpretam no sentido contrário ao que o docente desejava.
Foi comentado também que o docente tem que observar o conjunto como um todo de uma turma e dependendo do resultado da aprendizagem, poderá ter uma maior atenção com os alunos ou passar adiante com bons resultados dos alunos. Mas, se o docente tem olhares apenas para alunos individuais, isso infringe o ato de avaliar.
Já no segundo seminário, foi comentado sobre as antigas formas de punir os alunos mal comportados ou que não conseguiam aprender o conteúdo ensinado, onde eram castigados com palmatórias ou ajoelhado no milho. Com o passar dos anos, ainda existe algo parecido, só que de forma psicológica, onde os professores impõem um tipo de pressão e isso acaba sendo uma tortura psicológica aos alunos. Um exemplo disso é quando o professor ameaça tirar pontos ou colocar faltas nos alunos.
O erro se torna uma arma poderosa para poder evoluir, mas isso quando tem-se um feedback sobre tal erro e quem errou deve aceitar esse feedback para assim ter um melhor desenvolvimento em determinada tarefa.
Daí foram-se longos minutos de conversas entre os membros da equipe e os ouvintes que conversaram muito sobre as formas de castigos praticadas por professores antigamente e atualmente, também sobre a influencia do erro no sucesso ou fracasso do aluno, dependendo de como o erro foi interpretado e aceitado.
Os seminários foram importantes, pois os apresentadores mostraram claramente a ideia do que cada texto pretendia passar para o leitor e assim ficando mais fácil o entendimento, já que foram muito bem explicados.

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